Petição Pública

Petição Pública, ajude a salvar o Programa Espacial Brasileiro(PEB)



Se você é realmente brasileiro, ama seu país, acredita no PEB e na sua estratégica necessidade para o futuro de nossa sociedade, exerça a sua cidadania e junte-se a nós nessa luta de levarmos finalmente o Brasil a fazer parte desse fechadíssimo Clube Espacial dos países que dominam o ciclo completo de acesso ao espaço.

Clique na imagem acima para ajudar essa causa!

Mostrando postagens com marcador espacial.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador espacial.. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de março de 2011

Iran envia capsula para o espaço

O IRAN na quinta-feira deu um grande passo no seu ambicioso programa espacial  anunciando o sucesso do lançamento de um novo foguete, o qual carregou como carga uma nova cápsula projetada para servir de abrigo para um macaco. E novamente colocou preocupações no ocidente sobre suas ambições científicas.

A agência espacial iraniana lançou o Kavoshgar-4 carregando a cápsula sem alarde no dia 15 de março, citou a agência de notícias IRNA.
A cápsula espacial revelada pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad no início de fevereiro, foi projetada para carregar um animal vivo mas nesse teste conduzido não havia nenhuma criatura a bordo, disse IRNA.

O lançamento de um grande animal no espaço tem sido cogitado pelos oficiais iranianos, com o intuito de preparar o programa espacial iraniano para lançar um homem no espaço antes de 2020.

Cada lançamento de um novo foguete pelo IRAN causa uma reação adversa do ocidente, pois estes acreditam que o programa não tem o caracter somente científico e sim o principal próposito é o desenvolvimento de um míssil balístico continental o qual poderia atingir o ocidente em uma eventual guerra, sendo assim o ocidente colocou diversas sanções econômicas e tecnologias ao IRAN. Mas mesmo com as sanções impostas o IRAN continua a desenvolver a passos largos o seu programa espacial não precisando de nenhuma cooperação estrangeira para tal progresso.

O lançamento anterior provocou fortes reações dos EUA, o qual classificou o lançamento como uma provocação e uma potencial violação das sanções impostas pelas nações unidas a qual limita Tehran de atividades balísticas. 

Comentário: Enquanto isso o Brasil está a passos de tartaruga no seu programa espacial! 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Laboratório Reduz Gargalo Espacial



Virgínia Silveira
Valor Econômico
25/02/2011



O Brasil está prestes a resolver um dos principais gargalos do seu programa espacial. Na segunda-feira, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, inaugura o Laboratório de Identificação, Navegação, Controle e Simulação, o primeiro em sua categoria na América do Sul, concebido para suportar as atividades de desenvolvimento de um sistema de navegação utilizado na estabilização de satélites em órbita e na orientação de um foguete no espaço.

O novo laboratório, que custou R$ 15 milhões e foi financiado com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), está vinculado ao projeto Sistemas de Navegação Inercial para Aplicação Aeroespacial (SIA). Administrado pela Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa e avaliado em R$ 40 milhões, o projeto SIA é responsável pelo desenvolvimento de uma plataforma inercial completa. O primeiro protótipo da plataforma, de acordo com o coordenador do SIA, Waldemar de Castro Leite, já está com 70% do seu desenvolvimento concluído e a previsão é que o sistema seja testado no ano que vem, durante o lançamento do foguete brasileiro VLS.

Com capacidade para testar sensores em um nível de precisão de 0,1 grau por hora, o equivalente à medição de movimentos 100 vezes menores que o de rotação da Terra, o laboratório também estará disponível para atender a empresas de outros setores não ligados ao programa espacial, na área de sistemas inerciais. "O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial poderá testar, de forma precisa, nesse laboratório, o sistema de controle do seu veículo aéreo não tripulado, em fase de desenvolvimento", diz Castro.

A Petrobras, segundo Castro, terá a opção de fazer no Brasil a calibração dos sistemas PIG. Esse dispositivo é usado com a finalidade de limpar o interior de dutos no fundo do mar. Empresas como a EMBRAER e a NAVCOM, que adotaram sistemas de navegação inercial em seus produtos, também poderão utilizar a estrutura do laboratório para fazer a calibração desses equipamentos e economizar o investimento feito em unidades estrangeiras.

A execução do projeto SIA está a cargo do Instituto de Aeronáutica e Espaço, órgão de pesquisa e desenvolvimento vinculado ao departamento aeroespacial. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) também participa do projeto, mas com o objetivo de montar uma malha de simulação real do sistema de controle de um satélite. O Instituto de Aeronáutica vai fornecer para o INPE um dos sistemas da plataforma inercial, chamado de girômetro, explicou Castro.

O sistema inercial de um foguete é composto por dois sensores principais: o girômetro e o acelerômetro, que repassam as informações sobre a posição do foguete no espaço para o computador de bordo do veículo. A plataforma inercial localiza e orienta o foguete durante a sua trajetória de lançamento, indicando, inclusive, os desvios de rota que possam ocorrer nesse período.

Ao desenvolver seu próprio sistema de navegação espacial, o Brasil entra para o seleto grupo de países capazes de desenvolver um dos componentes essenciais de um veículo lançador e, por isso, deixa de se submeter a todo tipo de embargo por parte dos países desenvolvidos. "Desde 1989, nenhum foguete de sondagem brasileiro foi lançado com sistema de controle, por conta das dificuldades para se adquirir esse sistema no exterior", afirma Castro.

Os sistemas inerciais dos protótipos de foguetes lançados pelo departamento aeroespacial, nos últimos 15 anos, foram comprados da Rússia e da França, em meados da década de 1990, mas com a oposição dos Estados Unidos. Os satélites que o Brasil fez com a China levam um sistema de controle de órbita chinês. Para os novos satélites brasileiros em desenvolvimento, o INPE está adquirindo o controle de uma empresa argentina. As aeronaves SuperTucano, da Embraer, utilizam um sistema da empresa americana Honeywell.

O domínio da tecnologia que envolve o sistema de navegação de veículos espaciais, segundo Castro, é estratégico, pois dará ao Brasil mais autonomia para o desenvolvimento do seu programa espacial, que há vários anos vem sendo afetado por sucessivos embargos tecnológicos. As negociações para a compra dos sensores da central inercial do primeiro protótipo do VLS, da Rússia, por exemplo, levaram mais de dois anos para serem concluídas e aprovadas. Os embargos ainda persistem e também afetam a compra de componentes para os satélites do INPE.

A tecnologia do SIA, segundo o coordenador do projeto, também está sendo repassada para a indústria nacional. O desenvolvimento da plataforma inercial envolve um consórcio de empresas formado por Mectron Engenharia, Equatorial, Optsensys, Navcon e Compsis.


Comentário: Parece que agora o programa espacial brasileiro vai decolar!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Guerra nas Estrelas está de volta EUA X CHINA

A China está desenvolvendo armas espaciais que poderiam abater satélites ou congelar sinais de satélites, disse um oficial do Pentágono nesta sexta-feira.

"O investimento na China em armas espaciais é um assunto de preocupação para nós", subsecretário de defesa para o espaço político Gregory Schulte disse a repórteres.

O NSS marca uma grande mudança de práticas passadas, traçando um caminho de 10 anos no espaço para fazer os Estados Unidos "mais resistente" e capaz de defender seu patrimônio em um ambiente drasticamente mais lotado, competitivo, exigente e por vezes hostil, disse Schulte. 

"O espaço já não é o mesmo da guerra fria, na época em que se podia operar com impunidade", disse Schulte. 

"Há mais concorrentes, há mais países lançando satélites ... e temos cada vez mais se preocupar com os países que estão desenvolvendo armas espaciais que podem ser utilizados contra o uso pacífico do espaço. 

"A China está na vanguarda do desenvolvimento dessas capacidades", disse ele. 

Preocupações dos EUA sobre as atividades do espaço de China levaram o secretário de Defesa, Robert Gates, para tentar incluir o espaço no diálogo de estabilidade com os chineses, disse Schulte. 

Em 2007, a China abateu um de seus satélites meteorológicos próprios, utilizando um míssil terra de alcance médio, o que provocou preocupação internacional, não só sobre como a China irá militarizar o espaço "weaponizing", mas também sobre os restos do satélite. 

Anos mais tarde, lixo espacial chinês ainda está flutuando no espaço. No ano passado, os restos do satélite passou tão perto de Estação Espacial Internacional os membros da tripulação teve que mudar de órbita e se abrigar. 

Derrubar o satélite não só chamou a atenção do mundo sobre a quantidade de lixo no espaço, mas também das habilidades chinesas antiespaciais, capacidades que vão além da derrubada da nave espacial, disse Schulte. 

Entre outras atividades antiespaciais, Pequim congestinou os sinais de satélites e está desenvolvendo armas de energia dirigida, que emitem energia para um alvo sem disparar um projétil, disse Schulte. 

E a China não é o único país direcionando seus esforços para atividades antiespaciais. 

O Irã e a Etiópia também estão,disse ele. 

"Eles podem anular satélites comerciais ... Se a Etiópia pode anular um satélite comercial, você tem que se preocupar com o que os outros podem fazer contra os nossos satélites militares. 

"Quinze anos atrás, não precisava-se preocupar com isso, mas agora temos de pensar diferente, pensar em como podemos continuar a realizar as funções críticas que são feitas a partir do espaço, ou, se eles estão degradadas, temos que tem soluções alternativas ", disse Schulte. 

O documento estratégico de 10 anos propõe maneiras de proteger os recursos espaciais dos EUA, incluindo a criação de parcerias internacionais ao longo das linhas da NATO, em que um ataque a um membro seria um ataque a todos, tirando uma resposta unificada dos membros da aliança. 

Os Estados Unidos também "mantém a opção de responder em auto-defesa para os ataques no espaço, e a resposta não pode ser no espaço, também", disse Schulte. 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A possível nave substituta da Soyuz a nave da agência espacial RUSSA

Rússia prepara a nova nave capaz de levar humanos ao espaço, a nave que está por vir para substituir a grandiosa Soyuz que tem sido usada desde dos anos 60, chama-se Kliper. 

Kipler tem como finalidade de levar suprimentos e astronautas a uma órbita em torno de 500km de altitude. A ideia de construir uma nova nave começou em 1994, mas somente em 2004 os confirmaram oficialmente que estão trabalhando nesse novo projeto. Mas em 2006 o programa sofreu um revés a equipe RKK Energia parou de trabalhar no projeto Kliper, ainda não se sabe o motivo para o cancelamento mas talvez seja por falta de um parceiro e verbas. 

E em maio de 2008 a Energia sugeriu a revisão do projeto mostrando que a Rússia não abandonou a ideia completamente de desenvolver a nave Kliper. 

Caso ela seja elaborada ela terá as seguintes caraterísticas: 

Proporcionar um maior conforto do que a Soyuz. 
Minimizar as acelerações durante o retorno a terra, menor que 5g em voo nominal e 12g em caso de algum dano. 
Componentes fáceis de substituir e reutilizar. 
Não deixar resíduos no espaço. 
O ciclo de vida seja de 30 a 40 anos. 

Agora resta esperar para saber se os Russos retomarão o projeto ou ficarão utilizando a Soyuz por um tempo indeterminado.