Um blog que trata de assuntos aeronáuticos, mas principalmente das atividades desenvolvidas no programa espacial, Americano(NASA), Europeu (ESA), Japonês(JAXA), Russo (Roscosmos) e o chinês. Além claro do Programa espacial Brasileiro!
Petição Pública
Petição Pública, ajude a salvar o Programa Espacial Brasileiro(PEB)
Se você é realmente brasileiro, ama seu país, acredita no PEB e na sua estratégica necessidade para o futuro de nossa sociedade, exerça a sua cidadania e junte-se a nós nessa luta de levarmos finalmente o Brasil a fazer parte desse fechadíssimo Clube Espacial dos países que dominam o ciclo completo de acesso ao espaço.
A missão européia à Lua vai procurar por sinais de água que pode permitir futuros astronautas a criação de habitats na superfície lunar, disseram os cientistas.
Planejada para 2018, a missão de $ 800 milhões da Agência Espacial Europeia irá pousar uma sonda robô na superfície da Lua para procurar gelo, a partir das medições feitas por sondas que orbitaram a Lua, as quais os dados sugerem que exista gelo nos pólos e nas sombras das crateras.
Se a missão Lunar Lander detectar gelo ou água isso poderá definir o cenário para assentamentos humanos na Lua, segundo os cientistas.
A água é pesada e cara para o transporte da Terra, de modo que se uma fonte fosse encontrada na Lua poderia sustentar a estadia de astronautas por longos períodos, disseram os cientistas.
"Queremos ver se os recursos estão lá para que os astronautas possam viver fora da Terra", Simon Sheridan, um pesquisador da Universidade Aberta da Grã-Bretanha, que faz parte da equipe de elaboração dos instrumentos para a nave espacial, disse ao Daily Telegraph.
"Há evidências de vastos depósitos de produtos químicos voláteis, como a água de dados de sondas que orbitaram a Lua órbita, mas esta será a primeira missão terrestre a olhar em uma região polar."
Em seu local de pouso do veículo lunar vai perfurar o solo, analisar o solo e enviar via rádio os dados de volta à Terra, disseram os pesquisadores.
Os cientistas acreditam que, tão logo cruze a "rodovia magnética", a Voyager 1 estará no espaço interestelar, já fora do Sistema Solar.[Imagem: NASA/JPL-Caltech]
Rodovia magnética
A sonda espacial Voyager 1 está prestes a se tornar o primeiro objeto construído pelo homem a navegar pelo espaço interestelar.
O problema é que os astrônomos não sabem exatamente quando isso irá acontecer porque a região é totalmente inexplorada - é a própria Voyager que está traçando o primeiro mapa dos confins do Sistema Solar.
Agora, por exemplo, ela acaba de descobrir algo totalmente desconhecido: uma "rodovia magnética".
Trata-se de uma conexão entre as linhas do campo magnético do Sol e as linhas do campo magnético interestelar.
Essa conexão guia as partículas de baixa energia geradas em nossa heliosfera - a bolha de partículas carregadas que o Sol dispara em todas as direções - para fora do Sistema Solar.
E também permite que as partículas que veem do espaço interestelar entrem no Sistema Solar.
Os dados da Voyager mostram que o entrar e sair das partículas segue um curso bem ordenado que acompanha as linhas magnéticas - uma rodovia magnética.
Fronteira final
Esse tipo de interação entre os campos magnéticos locais e o magnetismo externo já foi observado em outras estrelas pelo Telescópio Espacial Hubble, o que faz os cientistas acreditarem que agora a Voyager está realmente próxima da "fronteira final".
"Nós acreditamos que esta seja a última perna da nossa jornada para o espaço interestelar. Nossas melhores previsões é que vamos atingi-lo em algum momento entre alguns meses até cerca de dois anos," disse Edward Stone, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A Voyager 1 - e sua gêmea Voyager 2, que segue no sentido oposto - foram lançadas em 1977, quando ainda não existiam telefones celulares, nem internet, nem computadores pessoais - e, muito provavelmente, nem mesmo você.
A Força Aérea tem dois veículos experimentais X-37B que foram testados em abril de 2010 e em março de 2011, respectivamente, mas os resultados de ambas as missões são mantidas como "material sigiloso".
Lançamento do X-37B pelo Atlas 5.
A Força Aérea dos Estados Unidos lançou nesta terça-feira (11/12/2012) da base aérea de Cabo Canaveral, Flórida, um avião orbital não tripulado chamado X-37B em uma missão secreta, cujos detalhes não foram revelados.
O veículo X-37B possui 8.8 m de comprimento e 4.5 m de largura, e se parece com uma miniatura do ônibus espacial. O X-37B foi construído pela Boeing Government Space Systems.
De acordo com a Força Aérea, a proposta é demonstrar a confiabilidade, o reuso e testar a plataforma de voo não tripulado da Força Aérea americana. O veículo partiu a bordo de um foguete Atlas V como estava previsto, segundo indicaram à Agência Efe fontes da Força Aérea.
Visão em Infravermelho do X-37B
O tenente-coronel Richard McKinney, subsecretário da Força Aérea para assuntos espaciais, não especificou quanto tempo a aeronave passará no espaço desta vez nem o tipo de testes que realizará.
A Força Aérea americana tem sido reservada ao fornecer detalhes da missão e classificou a carga contida na missão como sigilosa. Especialistas sugerem que o veículo possa ser usado para ciência dos materiais, vigilância espacial, imageamento e reconhecimento.
A falta de informações sobre essa missão levou a imprensa americana a especular que poderia se tratar de uma aeronave espiã para localizar satélites inimigos ou simplesmente um sinal de força em direção ao Governo chinês, que prevê construir seu próprio veículo espacial.
A Coreia do Norte declarou nesta quarta-feira que o satélite lançado em um foguete portador de longo alcance entrou na órbita polar às 09h59 locais (22h59 de Brasília), enquanto o governo de Seul admitiu o êxito da operação norte-coreana.
Segundo detalhou a agência estatal norte-coreana "KCNA", o satélite entrou em órbita exatamente 9 minutos e 27 segundos após seu lançamento, que aconteceu às 09h49 hora local (22h49 de Brasília).
O foguete lançado pela Coreia do Norte foi detectado na terça-feira pelos sistemas de alerta de mísseis dos Estados Unidos, e oficiais do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (Norad, na sigla em inglês) disse que o lançamento aparentemente conseguiu colocar um objeto em órbita ao redor da Terra.
O lançamento do foguete foi detectado às 19h49 (na Costa Leste dos EUA, 22h49 de Brasília) e o objeto seguiu uma trajetória para o sul, com o primeiro estágio do míssil caindo sobre o mar Amarelo e o segundo sobre o mar das Filipinas, disse o Norad.
"Indicações iniciais são de que o míssil lançou um objeto que parece ter entrado em órbita", disse o Norad. "Em nenhum momento o míssil ou os destroços resultantes foram uma ameaça à América do Norte.
A própria Coreia do Sul, que ainda não conseguiu pôr nenhum satélite em órbita desde seu território, reconheceu o sucesso de seu vizinho comunista no lançamento de hoje.
"Os exércitos da Coreia do Sul e dos EUA consideram que o objeto carregado no foguete entrou em órbita", informou o porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Kim Min-seok, em declarações colhidas pela agência local "Yonhap".
No entanto, advertiu que ainda é necessário esperar até comprovar se o suposto satélite "pode funcionar com normalidade".
Seul, além disso, condenou "firmemente" a "provocação" norte-coreana "por ter desafiado as repetidas advertências internacionais contra o lançamento".
Segundo o governo sul-coreano, trata-se de "uma clara violação das resoluções 1718 e 1874 das Nações Unidas, que proíbem qualquer lançamento com tecnologia de mísseis balísticos" a Coreia do Norte.
O país comunista "terá que assumir toda a responsabilidade por seu lançamento", acrescentou o Executivo sul-coreano em comunicado, no qual opinou que o regime de Kim Jong-un que só conseguirá intensificar seu isolamento na comunidade internacional.
Além disso, a Coreia do Sul criticou Pyongyang por investir grandes somas de dinheiro no "desenvolvimento de armas nucleares e mísseis" apesar da grave situação alimentícia do país.
A operação, que aconteceu dias antes do previsto pela maioria dos especialistas, é a segunda tentativa espacial norte-coreana este ano, após um lançamento fracassado em abril passado.
Segundo a Coreia do Sul, a ação norte-coreana de hoje foi precedida pelo lançamento, no sábado passado, de dois mísseis norte-coreanos terra-terra, informou a agência "Yonhap".
Os testes da Coreia do Norte com mísseis de curto alcance não descumprem disposição internacional alguma, já que as restrições impostas pela ONU sobre o país comunista afetam mísseis de longo alcance e armamento nuclear.
Fonte: Estadão
Comentário: A Coreia do Norte com toda pressão contra está avançando em tecnologia espacial e acaba de colocar sozinha o seu primeiro satélite no espaço. Este é um exemplo de como um país com politicas sérias de desenvolvimento espacial e tecnológico consegue alcançar seus objetivos. Agora está todo mundo morrendo de medo! A esperança é a última que morre, um dia o Brasil acorda! Será ?
"Há três grandes asteroides incluindo Apophis, cujas órbitas cruzam a órbita da Terra e que podem atingir a Terra nas próximas décadas", disse Vitaly Lopota ao jornal Rossiyskaya Gazeta.
Para alterar a órbita de um asteroide como o de Apophis, é necessário um foguete de 70 toneladas para "rebocar" o asteróide a uma distância segura da Terra ou destruí-lo com uma explosão termonuclear, disse Lopota.
Apophis foi descoberto em 2004. Ele vai abordar a Terra perigosamente, a cerca de 30.000 km, o que é menos de um décimo da distância da Lua a Terra, em 2029.
Especialistas calcularam o impacto de uma colisão entre Apophis e a Terra seria igual há uma explosão de 1700 megatons.
A Rússia pode começar a construir um foguete espacial capaz de destruir asteroides que ameaçam a Terra, disse o chefe responsável pela área de foguetes e espaço da empresa Energia, na sexta-feira.
Lopota disse que os motores foguetes russos existentes, RD-171, poderiam ser redesenhados para produzir um foguete capaz de destruir um asteróide. A empresa Energia estará pronta para construir um foguete desse tipo dentro de três a cinco anos, disse ele.
Atualmente, os motores RD-171 são feitos pela NPO Energomash e têm sido utilizados em sido empregados no Zenit-3SL uma cooperação entre Rússia-Ucrânia-Noruega-EUA, no projeto Sea Launch.
"Nós os chamamos de Motores Tsar, que nenhum outro país possui," Lopota disse, referindo-se aos artefatos russos, o Canhão do Czar e Tsar Bell, que foram os maiores do mundo em seu tempo.
Hoje, dia 08 de dezembro de 2012, às 19h local, foi lançado com sucesso, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara – CLA ), o fogueteVS-30/V10, atingindo um apogeu de 428 km
A Operação Iguaiba, cujos trabalhos técnicos iniciaram-se no dia 18 de novembro de 2012, teve como objetivo realizar o lançamento e o rastreio do foguete de de treinamento intermediário FTI e do foguete de sondagem VS-30/ORION V10, portando uma carga útil tecnológica e científica com experimentos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).
O VS-30/ORION V10 é composto de dois estágios e o módulo de carga útil. O motor do segundo estágio (Improved Orion) foi fornecido pelo DLR da Alemanha, que está como parceiro na campanha. O restante do veículo, incluindo as partes mecânicas, pirotécnicas, eletrônicas e a plataforma da carga útil são nacionais e desenvolvidas pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço - IAE.
Fonte : IAE
Comentário: Parabéns a toda equipe do IAE e dos outros institutos envolvidos nesse lançamento. Esperamos que 2013 o ano seja melhor do que esse que passou para o setor aeroespacial brasileiro.
Cubesats filmados da Estação Espacial Crédito : NASA
A Estação Espacial Internacional têm sido transformada em um novo tipo de plataforma de lançamento para pequenos satélites em uma tentativa de aumentar o interesse dos alunos além de oferecer acesso ao espaço.
Este mês(outubro), a tripulação da estação espacial, Expedição 33, lançou cinco CubeSats minúsculos, cada um com apenas alguns centímetros de largura, usando um pequeno lançador de satélite orbital feito pela agência espacial do Japão, JAXA. Eles foram os primeiros satélites CubeSat, já lançado da Estação Espacial Internacional, que veio acontecer dois anos e meios depois que a NASA anunciou o programa CubeSat.
"Esta foi uma experiência de aprendizagem para todos", disse Andres Martinez, o gerente de projeto da NASA Ames para um dos satélites.
Os CubeSats foram lançados a partir do módulo japonês da estação, Kibo, em 4 de outubro, que também marcou o 55º aniversário do lançamento do primeiro satélite mundial em 1957, que colocou o Sputnik da Rússia 1 em órbita e inaugurou a Era Espacial.
"Cinqüenta e cinco anos atrás, foi lançado o primeiro satélite da Terra. Hoje lançamos-los de uma nave espacial", o comandante da estação espacial da NASA Sunita Williams disse no dia do lançamento para marcar o momento. "Cinquenta anos a partir de agora, eu me pergunto onde estaremos lançando-os."
O dispositivo feito pela JAXA foi chegou à estação a bordo do cargueiro espacial japonês em julho. O astronauta japonês, Akihiko Hoshide, implantou o dispositvo que é aproximadamente do tamanho de uma pequena gaiola de coelho, em uma câmara pequena no laboratório Kibo. Em seguida, o astronauta selou a câmara, abriu-a para o espaço, e comandou do lado de dentro através do braço robótico.
Ao todo, o procedimento durou apenas quatro horas de tempo de astronauta - sem a necessidade de uma caminhada espacial.
"Se você pode imaginar, o lançamento da estação de satélites pode ser muito arriscado", disse Martinez. "Estávamos passando por toda essa experiência de realização de análise para garantir que isso seria algo seguro para fazer da estação, não só do ponto de lançamento, mas também levando-se os satélites dentro da estação."
Os CubeSats
Cubestat
Um dos CubeSats lançado da estação espacial foi TechEdSat, um satélite de 10 centímetros de largura por, que foi supervisonado pelo Martinez. Os alunos da San Jose State University foram responsáveis pela maior parte do trabalho de design e desenvolvimento.
Os alunos operam uma estação terrestre, onde eles serão capazes de ouvir sinais de TechEdSat. O satélite envia periodicamente pacotes de dados com informações sobre os parâmetros de sua órbita, temperatura e outros que explicam o seu ambiente no espaço. O custo do projeto cerca de US $ 30.000, excluindo os custos de trabalho e lançamento.
"É um sucesso enorme o STEM", disse Martinez, referindo-se ao programa da Nasa para atrair estudantes para os campos da ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Ele acrescentou que a NASA garantiu que os alunos foram preparados para atender os rigorosos padrões do processo de design e desenvolvimento.
Tudo o que vai para a estação espacial deve atender rigorosos padrões de segurança, incluindo de não haver risco de incêndio. Satélites em particular, têm itens como baterias e fios a bordo.
Os estudantes "não foram colocados em uma gaiola com um bando de leões", disse Martinez. Em vez disso "nós os preparamos e trabalhamos com eles, e um par de [conselheiros] participou dessas reuniões pessoalmente".
O Cubesat deverá ultrapassar a sua vida útil inicial, que é cerca de um mês, mas Martinez não quis dar detalhes porque os parâmetros finais para a concepção da órbita não foram analisadas ainda.
Apenas um objetivo maior será atendido. Inicialmente, o satélite deveria comparar técnicas de comunicação no espaço, mas não houve tempo suficiente para atender os requisitos de licenciamento antes da data de lançamento.
Cinco satélites foram lançados
Dos outros quatro satélites lançados 04 em outubro, um deles, F-1, foi uma colaboração com a empresa sediada em Houston, NanoRacksm uma desenvolvedora de hardware, a Universidade de Uppsala, na Suécia e na Universidade FPT no Vietnã.
Os outros três satélites eram de instituições que trabalham com a JAXA. Os satélites foram chamados Raiko, WE WISH e FITSAT-1. O último satélite foi projetado para escrever mensagens em código Morse no céu, com o objetivo de deixar os pesquisadores testar técnicas de comunicação óptica.
A NASA escolheu lançar os satélites em dois lotes para minimizar as chances de colisão com a estação, disse Martinez.
Como os satélites não têm capacidade de manobra, a NASA calculou uma trajetória que o tornaria muito improvável que a órbita dos cubos cruzem com a da estação.
Com o sucesso dos lançamentos, a NASA está a caminho para a redução da despesa de acesso civil ao espaço. É mais barato implantar um satélite da estação espacial do que na Terra.
"A idéia toda é sobre a redução de custos", disse Victor Cooley. "Se pudermos reduzir o custo por estas cargas, sendo uma carga secundária por um foguete - ou, neste caso, HTV [um veículo de carga japonesa], que já está transportando carga da estação - que faz com que o custo seja ainda menor para os Cubesats a serem implantados. "
Não há planos firmes para quando a NASA e JAXA vai fazer esse exercício de novo, mas Martinez diz que há uma "associação muito grande" de estudantes e engenheiros que estão ansiosos para participar.
"Chamou a atenção para o topo da NASA, e todo mundo está super-animado", disse ele.
Fonte: space.com
Segue o vídeo do lançamento dos Cubesat através da estação espacial!