Petição Pública

Petição Pública, ajude a salvar o Programa Espacial Brasileiro(PEB)



Se você é realmente brasileiro, ama seu país, acredita no PEB e na sua estratégica necessidade para o futuro de nossa sociedade, exerça a sua cidadania e junte-se a nós nessa luta de levarmos finalmente o Brasil a fazer parte desse fechadíssimo Clube Espacial dos países que dominam o ciclo completo de acesso ao espaço.

Clique na imagem acima para ajudar essa causa!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Está marcado para 1 março o lançamento da SpaceX 2


Fonte: Cápsula Dragon
Cortesia: NASA
A NASA e seus parceiros internacionais planejam para sexta, 1 de março, o próximo lançamento do cargueiro espacial fabricado pela empresa SpaceX que irá levar suprimentos vitais a tripulação da Estação Espacial Internacional. O lançamento está marcado para 10:10 EST e acontecerá no complexo de lançamento espacial 40 no centro espacial do Cabo Canaveral na Flórida.

O lançamento da cápsula Dragon pela SpaceX irá conter 545 Kg de suprimentos para a tripulação e experimentos para serem conduzidos pela tripulação. A cápsula Dragon está marcada para retornar à Terra no dia 25 de março, ela utilizará de  um sistema de pará-quedas para realizar um pouso suave no mar na costa de Baja Califórnia. A cápsula irá trazer de volta à Terra mais de 1050 Kg de equipamentos e experimentos da Estação Espacial.

Fonte: NASA.gov


Comentário: Enquanto isso o programa espacial brasileiro fica alimentado de falsas promessas, como dita ontem pelo ministro da Defesa na aula magna do ITA, na qual mencionou que o lançamento do VLS ocorrerá ano que vem. 

Espero estar queimando minha língua.

Para notícias do verdadeiro programa espacial brasileiro acesse: http://brazilianspace.blogspot.com.br/



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Celso Amorim - Anuncia para “muito breve” a retomada dos voos do VLS

O Brasil retomará o projeto de lançamentos de satélites e microssatélites para “muito breve”. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, durante aula magna para 124 alunos aprovados no curso do Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Foto - Agência FAB

São José dos Campos - 25/02;2013 - O Brasil retomará o projeto de lançamentos de satélites e microssatélites para “muito breve”. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, durante aula magna para 124 alunos aprovados no curso do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Segundo Amorim, “projetamos a retomada dos voos do VLS [Veículo Lançador de Satélite], já que neste ano terá seu primeiro ensaio elétrico”.

“Na sequência teremos o lançamento do VLM [Veículo Lançador de Microssatélite]. Nesses e em outros programas que envolvem a cooperação junto a parceiros do mundo desenvolvido, o princípio do fortalecimento tecnológico da base industrial brasileira constitui uma referência permanente”, explicou o ministro sem querer determinar prazo para a retomada.

Amorim iniciou a palestra para os alunos explicando que por sua formação na área de humanas poderia cair em lugar comum com um discurso para estudantes que têm a base nas ciências exatas. Por isso, conforme explicou, convidou-os a uma reflexão sobre como a política de defesa brasileira “pode se preparar para os desafios futuros”.

“Assim, ainda que vocês não estejam particularmente interessados pela política mundial, saibam que a política mundial se interessará pelos progressos que vocês farão”, disse.

A partir daí, Celso Amorim foi expondo para os acadêmicos os movimentos de formação de blocos econômicos e políticos. O ministro lembrou da criação do Mercosul, em 1991, quando Brasil, Argentina, Chile e Uruguai se uniram para intensificar o comércio e interagir suas cadeias produtivas, passando a contar com a Venezuela, no ano passado, e a Bolívia que em breve deverá se integrar ao bloco.

O ministro destacou mais recentemente a União das Nações Sul-Americanas (Unasul), que expandiu a integração para o campo político. Segundo Amorim, a decisão de criar a Unasul levou em consideração o fato de que o mundo é atualmente organizado ao redor de grandes blocos.

“A União Europeia, apesar de todas as dificuldades por que tem passado, é, evidentemente, um grande bloco; os Estados Unidos são um bloco em si; o mesmo ocorre com a China e, até certo ponto, com a Índia; outras regiões, embora em estágios distintos de integração, tratam de agrupar-se, como a União Africana e a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean)”, explicou.

Celso Amorim entremeou a palestra entre o improviso e o texto preparado para a aula magna. Durante pouco mais de 50 minutos, o ministro destacou a aproximação do Brasil com a África, bem como a integração das nações sul-americanas com o Caribe e a América Central.

No discurso, mencionou a participação das Forças Armadas nas missões de paz sob liderança da Organização das Nações Unidas (ONU), na mobilização dos governos do Brasil e da Turquia no embate sobre o programa nuclear do Irã e voltou a defender mudanças no Conselho de Segurança da ONU que permitam a inclusão de novos integrantes, como por exemplo, o Brasil.

Amorim também enfatizou a presença brasileira no extremo sul do atlântico, na Antártica, “onde a reestruturação da Estação Comandante Ferraz já está em curso”. E seguiu: “Atlântico Sul e África são dois espaços de natural presença brasileira”.

Na palestra, o ministro lembrou, ainda, de sua passagem pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, quando foi assessor internacional daquela pasta.

Novos cargos

Durante a aula magna, Celso Amorim informou que foi autorizada a contratação de 800 novos cargos no Centro Técnico Aeroespacial, fato que “dará novo ímpeto a esse setor absolutamente estratégico para a modernização de nossa defesa”. Lembrou que isso é fruto de parceria firmada com o Ministério da Educação.

“O ITA é uma referência nacional e internacional como instituição de excelência na área de ciência e tecnologia. Os trabalhos e pesquisas desenvolvidos nesse instituto foram e são motivo de orgulho para todos os brasileiros, e têm merecido crescente atenção no governo da presidenta Dilma Rousseff”, destacou.

Após a palestra, Amorim, na companhia do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, do reitor do ITA, Carlos Américo Pacheco, e de oficiais da Força Aérea, percorreu as dependências da instituição. No trajeto, o ministro conversou com um grupo de alunos que destacou a importância do instituto na formação profissional militar e civil.

fonte: defesanet.com.br



ComentárioAcreditar ou não nos políticos brasileiros ? A história sempre se repete... Mas será que ainda há esperança ?? 

O governo está finalmente está abrindo os olhos para o setor espacial brasileiro ??

Vamos esperar e ver os próximos capítulos...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Profissão Mecânico espacial, empresa americana está construindo um satélite para suprir essa necessidade

Concepção Artística do Vivisat

NOVA YORK - Uma empresa recém criada está construindo o que espera ser o mecânico espacial, uma combinação de um droid mecânico e posto de gasolina orbital para servir satélites ao redor da Terra.

A empresa, chamada ViviSat, está planejando lançar uma frota de naves espaciais especialmente construídas, que serão capazes de se anexarem a outros veículos na órbita da Terra, para realizar um reparo ou reabastece-los.

"Nós os chamamos de Veículos para a extensão da missão", o diretor operacional da ViviSat Bryan McGuirk disse em 15 de novembro na conferência sobre satélite em 2012, Content Delivery Conference and Expo,  "Nosso trabalho será de realizar o docking com satélites comerciais para estender suas vidas."

ViviSat inicialmente planeja lançar dois veículos para a Missão de Extensão, ou MEVs, mas espera que, eventualmente, possa expandir a frota para pelo menos 10 espaçonaves. A sonda está sendo construída pela ATK, a empresa que fez os motores de foguete sólidos para os ônibus espaciais da Nasa, que  agora estão aposentados.

ViviSat espera se tornar a primeira empresa a oferecer tal serviço de renovação por satélite.

Veja o vídeo:



Atualmente, quando os satélites de comunicações e naves espaciais em órbita terrestre ficam sem combustível, eles são enviadas para uma órbita cemitério, ou para a destruição na atmosfera da Terra - ou pior, podem ficar estacionados na sua órbita, onde tornam-se lixo espacial , colocando em risco a vida de satélites. No entanto, apesar de ficar sem combustível, os satélites estão muitas vezes ainda em funcionamento.

"Há uma demanda por novas soluções que podem lidar com a maioria dos satélites que podem ir até o fim da vida de todos os seus subsistemas de trabalho", disse McGuirk. "É essencialmente uma oportunidade perdida para os operadores de ter que enviá-los para o espaço profundo."

A visita de um MEV ViviSat poderia estender a vida útil de um satélite por até 10 anos - normalmente três a cinco anos - McGuirk disse. Os satélites "mecânicos" também pode dar manutenção nas nave espacial, ou posicioná-los em órbitas novas.

"Nós vemos uma grande oportunidade nesse negócio", disse ele. "Há um enorme número de satélites, muitas centenas, em [órbita geoestacionária em torno da Terra] hoje. Há um número substancial de satélites lá fora, chegando a aposentadoria, os quais seriam candidatos. Há uma oportunidade duradoura para nós resolvermos esses problemas do mercado. "

O projeto poderia criar uma "loja de corpos no céu", disse Lou Zacharilla, diretor de desenvolvimento da Sociedade de Profissionais satélite International, um grupo da indústria de satélite. "Eu acho que existe uma oportunidade lá."


Muitos na indústria estão curiosos para ver se o negócio da ViviSat decolar.

"Eu acho que é uma ideia criativa", disse Arnold Friedman, vice-presidente sênior de marketing e vendas da empresa Sistemas de satélite espacial / Loral. "Há prós e contras. Vamos ver o que acontece."

Mesmo que a ViviSat não tenha pregado uma data de lançamento para os seus primeiros MEVs, McGuirk disse que a empresa tem dezenas de conversas em curso com potenciais clientes.

"Há muito interesse", disse McGuirk SPACE.com. No início, muitos duvidavam que a visão ViviSat era possível, mas a tecnologia envolvida é "nada de abalar a terra", disse ele, e não deve ser além das capacidades da empresa.

Tal empreendimento também poderia ser uma benção para o problema do lixo espacial, que inclui todos os estágios de foguetes e satélites que estão na órbita da Terra que poem em risco de colisão com veículos de trabalho.

Enquanto McGuirk disse que a limpeza de detritos orbitais não é atualmente parte do modelo de negócios da empresa, o problema poderia ser um fator de motivação para os operadores de satélite para contratar ViviSat para reduzir a sua responsabilidade para as naves espaciais fora de uso.

ViviSat não é a única empresa com o objetivo de construir mecânica orbital. Outra empresa aeroespacial, MacDonald, Dettwiler and Associates Ltd. (MDA), também está trabalhando em uma nova nave espacial que poderia reabastecer e reparar veículos em órbita.

Fonte: space.com

Quer saber mais sobre o verdadeiro programa espacial brasileiro? Acesse: http://brazilianspace.blogspot.com.br/

sábado, 23 de fevereiro de 2013

EUA testam o novo motor foguete que pode levar o homem além da órbita terrestre




Engenheiros da NASA conduziram uma nova rodada de testes da nova geração dos motores J-2X no dia 15 de fevereiro no centro espacial de Stennis. O teste que durou 35 segundos busca e o progresso no desenvolvimento do motor do estágio superior do foguete que levará o homem em missões fora da órbita da Terra jamais vistas. O novo veículo de exploração americana o SLS está sendo desenvolvido pelo centro espacial de Marshall em Huntsville no Alabama. O novo teste do motor do J-2X número 10002 no banco de teste de Stennis irá prover os dados necessário para o desenvolvimento do motor. Assim que completo, o motor irá ser transferido para o banco de teste A-1 em Stennis para ser avaliado com o deslocamento angular do motor(gimbal pivot). O motor J-2X é o primeiro motor de oxigênio e hidrogênio desenvolvido nos EUA em décadas. Está sendo desenvolvido pela NASA e Pratt & Whityney Rocketdyne of Canoga Park, Califórnia.

Fonte: nasa.gov

Para maiores informações sobre o real programa espacial brasileiro acesse: http://brazilianspace.blogspot.com.br/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Estados Unidos testa uma nova tecnologia para o avião X-47B

Imagem do X-47B
Fonte: Spacedaily.com
Northrop Grumman e a marinha americana deram o primeiro passo importante para demonstrar que o X-47B, um avião de combate não tripulado pode ser manobrado de forma segura e sem fio em uma plataforma lotada de um porta-aviões. 

No ínicio de novembro, o time completou com sucesso a primeira tentativa de um novo dispostivo de comando portátil, chamado de Control Display Unit (CDU). Desenvolvido pelo Nortrop Grumman, o dispositivo irá permitir operadores comandarem os aviões de dentro do porta-aviões.

O time demonstrou que os CDU tem a capacidade de controlar o empuxo do motor de um X-47B, a rolagem da aeronave, a frenagem e aterrisagem, para usar o seu "volante nariz" para executar manobras em espaço curto e com precisão, além de poder manobrar eficientemente no sistema de catapulta ou na área delimitada para o pouso do avião nos portas-aviões. Northrop Grumman é o contratante principal do projeto. 

"A CDU é fundamental para integrar o X-47B perfeitamente em operações da plataforma de transporte", disse Daryl Martis, diretor de testes da Northrop Grumman UCAS-D.

"Isso vai nos permitir mover a aeronave rapidamente e com precisão para a catapulta de  lançamento, ou fora da área de desembarque, após a recuperação. Ambas as atividades são essenciais para manter o ritmo do convés de vôo."

Na prática, um operador de plataforma irá trabalhar em conjunto com o diretor do convés de vôo - também conhecido como um "camisa amarela" - para mover o X-47B através da CDU para um local designado no convés do porta-aviões. Em pé na frente da aeronave, o diretor vai usar sinais de mão tradicionais para indicar como, quando e onde a aeronave deve passar, da mesma forma que ele iria se comunicar com um piloto em uma aeronave tripulada.

O operador da plataforma vai ficar atrás do diretor e usar a CDU para replicar as instruções do diretor de em comandos digitais para a aeronave.

De acordo com Martis, a CDU vai ajudar a simplificar e, de fato, permitir que muitas das operações de voo de ensaio necessários para testes em terra do UCAS-D sejam realizados.

"Em vez de rebocar a aeronave para fora da linha de vôo, agora podemos iniciar o X-47B fora do seu hangar, em seguida, usar a CDU de táxi para a pista, ou em uma catapulta para o lançamento", disse ele.


"Uso da CDU é a forma mais eficiente em termos de tempo para deslocar o X-47B na catapulta ou desengatar a engrenagem de prender, após a aterragem."

O programa UCAS-D planeja realizar seu primeiro em terra para catapular o X-47B no final deste mês. O teste será seguida por uma elevação X-47B a bordo de um porta-aviões, e usá-lo para validar o desempenho da CDU em um ambiente de portador.

Em 2013, o programa pretende demonstrar a capacidade de um X-47B para operar com segurança a partir de um porta-aviões da Marinha, incluindo o lançamento, a recuperação, e as operações de controle de tráfego aéreo. O programa também planeja amadurecer tecnologias necessárias para potenciais futuros programas do sistema da Marinha aéreos não tripulados.

Fonte: Spacedaily.com

Para saberem mais sobre o programa espacial brasileiro acesse : www.brazilianspace.blogspot.com.br


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

EUA Foram Contrários aos Programas Espaciais do Brasil

EUA Foram Contrários aos Programas Espaciais do Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo publicado ontem (12/02) no blog “Luis Nassif Online” onde o jornalista faz uma analise sobre o embargo americano aoPrograma Espacial Brasileiro.

Duda Falcão

EUA Foram Contrários aos
Programas Espaciais do Brasil

Por Luis Bassif
12/02/2013 - 09:50

“No final dos anos 80 e na década de 90, a crescente e forte pressão do exterior, especialmente dos EUA, contra projetos espaciais do Centro Técnico Aeroespacial (DCTA/FAB) era fato concreto, claro, documentado.

Os Estados Unidos, por diversos meios, já haviam explicitado, escrito, assinado e carimbado que não aprovavam o desenvolvimento espacial brasileiro quanto a foguetes de sondagem científicos e a lançadores de satélites. Documentos formais do Departamento de Estado daquele país isso claramente manifestavam. Até mesmo, aqueles que nos foram enviados justificando como “razões de Segurança Nacional” (sic) deles as suas negações aos pedidos do CTA de importação de rudimentares e inofensivos componentes de uso comum, “de prateleira”, que o CTA pretendia aplicar em produto espacial.

Quando esses e outros itens embargados eram conseguidos pelo CTA correta e oficialmente, em outros países, alguns políticos brasileiros da base do governo demotucano, bem como a nossa americanófila “grande” imprensa, diziam, errada, acusativa e pejorativamente, e em estranha coincidência com a posição norte-americana, que a Aeronáutica estava “comprando no mercado negro”.

Pelo menos, os EUA não colocavam semelhantes obstáculos para o desenvolvimento brasileiro de satélites pelo INPE. Quiçá, porque já soubessem que ganhariam muito dinheiro com a colocação em órbita daqueles pequenos, leves, simples e inofensivos satélites destinados à coleta de dados ambientais (SCD) (os SCD-1 e 2 eram refletores de sinais desses dados ambientais enviados de pontos de medição em terra), cujos lançamentos para a órbita certamente seriam (como foram) comprados pelo Brasil (AEB) no exterior, na ausência do embargado lançador nacional VLS. Realmente, os EUA vieram a ganhar, e muito, no lançamento deles.

A suspeita de haver ações dos EUA, lícitas e ilícitas, contrárias aos nossos projetos de veículos espaciais fora reforçada, nos anos 80, por outro fato. Fora contratada pelo CTA uma empresa norte-americana para efetuar tratamento térmico em tubos-envelopes dos motores do primeiro estágio do foguete de sondagem científico suborbital Sonda IV. Aqueles tubos tinham sete metros de comprimento por um metro de diâmetro (tubos idênticos aos dos seis motores, de três dos quatro estágios do VLS).

Motor do Sonda IV e do VLS (que utiliza 6 deles)

Eram feitos com inovador aço especial de ultra-alta-resistência desenvolvido pelo CTA/FAB com apoio de indústria nacional. Aço que veio a ser comercializado pela empresa brasileira que participara do desenvolvimento. Foi exportado até para os EUA fazerem trens de pouso dos aviões Boeing.

Após árduas gestões, que consumiram muitos meses, o governo dos EUA, finalmente, autorizou o embarque dos tubos do Sonda IV para aquele país. O tratamento térmico foi realizado e pago, mas o governo norte-americano não permitiu a restituição ao Brasil... Novamente, difíceis negociações, inclusive diplomáticas. Outros longos meses foram consumidos até a devolução.

Recebidos e testados em laboratório pelo CTA, foram descobertos defeitos elementares nos serviços feitos nos EUA no metal de relativamente muito fina espessura, defeitos que causariam explosão quando se lançasse os foguetes. Então, com o intelecto e os recursos do CTA/FAB, foi capacitada tecnológica e industrialmente uma empresa nacional para não mais dependermos dos EUA naqueles serviços. Foi projetado e construído o maior e mais moderno forno vertical do hemisfério sul para tratamento térmico em metais em atmosfera controlada.

Aquele imprevisto e outros injustificáveis embargos dos EUA retardaram o programa espacial brasileiro completo (MECB) (satélite-lançador-centro de lançamento) em muitos anos.

Infelizmente, por culpa nossa, ocorreu posteriormente outra oportunidade perdida pelo Brasil: o estratégico e avançado forno teve que ser desativado por falta de demanda causada pela restrição quase total de recursos financeiros e humanos para a área espacial nos dois governos FHC/PSDB/DEM.

Houve o doloso drástico estrangulamento orçamentário com a quase extinção do setor espacial brasileiro nos anos 90 (Collor e FHC/PSDB/PFL-DEM) por ordens de origem (interna ou externa) ainda desconhecida. A asfixia atingiu, especialmente, as áreas de lançadores de satélites, foguetes de sondagem científica e centros de lançamento. O governo FHC passou a direcionar os poucos recursos brasileiros restantes para o projeto norte-americano da estação ISS e para pequenos e relativamente simples satélites do INPE (SCD-1 e 2), lançados em órbita pelos EUA a preços abusivos.

As saídas de pessoal dos projetos praticamente extintos chegou a quase um milhar. Grande parte dos poucos remanescentes engenheiros do projeto VLS (o governo proibia novas admissões) recebia congelados ínfimos salários. Os teoricamente 'estagiários' recebiam cerca de R$ 600 e, mesmo assim, era comum ficarem mais de seis meses sem receber. Os recursos governamentais foram, praticamente, zerados naquelas áreas (em 1999, o total do setor espacial no Brasil –INPE, CTA, CLA, CLBI etc--ficou abaixo de 10 milhões. Ver gráfico abaixo). Os projetos persistiam movidos com calote às indústrias fornecedoras e pelo patriotismo dos pesquisadores e técnicos que ainda sobreviviam ao caos no setor causado pelo governo. Cada um passou, também, a executar tarefas de outras especialidades onde surgiam as perdas de pessoal. Culminou com grave acidente. Em 2003, um explosivo incêndio na torre de lançamento, em Alcântara (MA), destruiu a estrutura do VLS, causando a morte de 21 técnicos e especialistas do IAE/FAB. O relatório da comissão da Câmara dos Deputados que investigou o acidente, relatado por deputado do próprio PSDB, concluiu que a causa do acidente e das mortes foi o drástico corte de recursos financeiros e humanos ocorrido nos anos anteriores (nos governos demotucanos).

Houve significativa recuperação dos investimentos a partir de 2003 (ver gráfico abaixo), porém não se forma em menos de dez, quinze anos novo quadro de cientistas especializados.

Gráfico dos recursos totais aplicados no setor
espacial brasileiro (picos máximos em 1984 e
2010 e pico mínimo em 1999) 

Mesmo com o significativo aumento nos investimentos desde 2003, o Brasil ainda despende valores muito baixos em comparação com outros países de porte semelhante (China, Índia) ou até mesmo de economias bem menores:

INVESTIMENTO ESPACIAL NO MUNDO (2010)

PAÍS - ORÇAMENTO ANUAL (em US$ milhões)

EUA - 17.600 
Europa - 5.350 
França - 2.590 
Rússia - 2.400 
Japão - 2.100 
China - 1.300 
Índia - 1.010 
Irã - 400 
Brasil – 343


Fonte: Site Luis Nassif Online - http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/


Comentário: Acho que as únicas pessoas que não sabiam isso, eram os políticos brasileiros!! E lógico a grande massa do povo! 

Mas vale salientar que os EUA estão defendendo a posição estratégica e supremacia deles no mundo. O que não ocorre no Brasil é que nós não temos nenhuma política e não nos defendemos de coisas como essas, aceitamos-as pacificamente. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Desmistificando o asteroide 2012 DA14, que está vindo ao encontro da TERRA

Desmistificando o asteroide 2012 DA14, o qual passará à menos de 36000 Km da Terra! A série de videos a seguir são as explicações dos pesquisadores da NASA sobre o asteroide, falando sobre a possibilidade de colisão, a órbita do asteroide, se é possível observar a olho nu e etc.  

Vídeos retirados da NASA.



The Flyby of Asteroid 2012 DA14 - A Discussion with Don Yeomans of NASA's Near-Earth Object Program Office at the Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif.
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An animation depicting the trajectory of asteroid 2012 DA14 as it travels within the Earth-moon system on Feb. 15, 2013.
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An overview of near-Earth objects with emphasis on the upcoming close approach of asteroid 2012 DA14.
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

SCD-1 completa 20 anos. Primeiro satélite brasileiro comprova o êxito da engenharia espacial no país


Terça-feira 05 de fevereiro de 2013





Notícia retirada do site do INPE


Ao concluir 105.577 voltas em torno da Terra, às 14h42 de 9 de fevereiro, o primeiro satélite brasileiro terá completado 20 anos no espaço ainda em funcionamento. O número de órbitas é mais um dos resultados impressionantes do SCD-1 (Satélite de Coleta de Dados), que tinha expectativa de apenas um ano de vida útil quando foi lançado pelo foguete norte-americano Pegasus, em 1993.
Projetado, construído e operado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o SCD-1 segue retransmitindo informações para a previsão do tempo e monitoramento do nível de água dos rios e represas, entre outras aplicações.

“Após este longo tempo em órbita, o SCD-1continua em operação e se prova um projeto de reconhecido sucesso, um verdadeiro tributo à competência da engenharia espacial brasileira. O lançamento do SCD-1 colocou o INPE entre as instituições que efetivamente dominam o ciclo completo de uma missão espacial desde sua concepção até o final de sua operação em órbita”, diz Leonel Perondi, diretor do INPE.

O início da operação em órbita do SCD-1 marcou também o estabelecimento do Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais, cujas informações são utilizadas por diversas instituições no Brasil e no exterior.

Além de cumprir sua missão de coleta de dados, o SCD-1 contribuiu para a cooperação com outros países, que na década de 1990 se valeram da experiência brasileira na operação de satélites na mesma faixa.

“Ele foi instrumental para o desenvolvimento de programas espaciais tanto da Argentina como da China. No primeiro, ajudou a calibrar a Estação Terrena de Córdoba e no segundo caso, a Estação Terrena de Nanning”, conta Pawel Rozenfeld, chefe do Centro de Rastreio e Controle (CRC) do INPE. “Nós fazíamos a previsão da passagem do SCD-1 pela China e os chineses utilizavam essas informações para aperfeiçoar seu próprio sistema de determinação em órbita, pois eles ainda iriam lançar satélite na banda S. Para a Argentina, que não tinha nenhum satélite na época, o SCD-1 foi ainda mais importante para determinar os parâmetros da sua estação”.

Melhorias

A recepção das mensagens enviadas por plataformas de coleta de dados (PCDs)e retransmitidas pelo satélite SCD-1 é realizada por um equipamento denominado PROCOD (Processador de Coleta de Dados), cuja tecnologia de processamento digital vem sendo aperfeiçoada. Uma nova versão do sistema, o PROCOD-III, foi instalada em setembro de 2012 na estação de recepção de Cuiabá.

“Melhoramos muito o processamento dos dados em solo. Isso é fundamental para compensar eventuais problemas decorrentes do tempo de vida útil do satélite, permitindo sobrevida adicional ao SCD-1 em termos de desempenho de recepção de mensagens transmitidas pelas PCDs”, explica Wilson Yamaguti, coordenador substituto de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE) do INPE.

Continuidade

A Agência Nacional de Águas (ANA), maior usuária do Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais, e a Agência Espacial Brasileira (AEB) firmaram, em 2012, memorando de entendimento visando o monitoramento dos rios brasileiros. A iniciativa permitirá a continuidade e mesmo a expansão dos serviços de coleta de dados prestados pelos satélites SCD-1 e SCD-2, atendendo a diversos outros usuários do sistema.

Um Grupo de Trabalho (GT) formado por membros da ANA, AEB e INPE analisa alternativas para a missão de coleta de dados hidrometeorológicos que atendam a realidade atual, buscando otimizar a infraestrutura já instalada no país e a economia dos recursos públicos.

“Neste processo, coube à ANA expressar suas necessidades de melhoria e aperfeiçoamento das coletas de dados, visando o monitoramento temporal com uso de satélites. Ao INPE coube a análise técnica que atendesse cenários alternativos para configurar um novo sistema eficiente de coleta de dados e com diversos níveis de propositura e implicações técnico-econômicas. À AEB coube a coordenação dos trabalhos e apoio logístico para a sua realização”, informa Wilson Yamaguti.

Segundo o engenheiro do INPE, as soluções discutidas pelo GT se baseiam em uma constelação de satélites de coleta de dados, similares aos SCDs, compatíveis com as redes de plataformas existentes, porém com recursos adicionais como capacidade de propulsão e correção de órbita, além de capacidade de processamento e de armazenamento de mensagens a bordo.

A coleta de dados

O Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientaisé baseado em satélites de órbita baixa que retransmitem a um centro de missão as informações ambientais recebidas de um grande número de plataformas de coleta de dados (PCDs) espalhadas pelo Brasil.

As PCDs são equipamentos automáticos que possuem sensores eletrônicos para a medição de parâmetros ambientais, como o nível de água em rios e represas, a qualidade da água, a precipitação pluviométrica, a pressão atmosférica, a intensidade da radiação solar, a temperatura do ar, entre outros.

O satélite capta e retransmite os sinais das PCDs instaladas por todo o país e os envia para as estações de recepção e processamento do INPE em Cuiabá (MT) e em Alcântara (MA). Voando a uma velocidade de 27.000 km por hora, o SCD-1 leva aproximadamente uma hora e 40 minutos para completar uma volta em torno da Terra. Assim, a estação recebe várias vezes por dia os dados transmitidos por cada PCD.

Da estação de Cuiabá ou de Alcântara, osdados coletados pelo satélite são transmitidos para o INPE Nordeste, o centro regional do Instituto localizado em Natal (RN), onde atualmente está instalado o Sistema Nacional de Dados Ambientais (SINDA), para processamento e distribuição de suas informações aos usuários a partir do endereçohttp://sinda.crn2.inpe.br.

O Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais conta com uma rede de mais de 1000 plataformas instaladas e, nos últimos vinte anos, ininterruptamente, tem prestado serviços à sociedade através do monitoramento de parâmetros ambientais nas regiões mais remotas do território brasileiro.

Além do pioneiro SCD-1, integra hoje o sistema de coleta de dados o satélite SCD-2. Os satélites CBERS-1, CBERS-2 e CBERS-2B, quando operacionais, fizeram parte do sistema.

História

Em 1979, quando aprovada pelo governo federal a Missão Espacial Completa Brasileira (MECB), foi determinado o desenvolvimento de quatro satélites artificiais, do veículo lançador e de toda a infraestrutura de solo, inclusive uma base de lançamentos. Coube ao INPE a responsabilidade pelo desenvolvimento dos satélites, sendo dois de coleta de dados e dois de sensoriamento remoto, bem como da infraestrutura de solo para sua operação em órbita.

O primeiro satélite, o SCD-1, é um satélite de coleta de dados com 115 kg. Foi totalmente projetado, desenvolvido e integrado pelo INPE, com importante participação da indústria nacional. Para seu desenvolvimento, o INPE investiu em laboratórios modernos e no desenvolvimento de seus recursos humanos.

O Laboratório de Integração e Testes (LIT) foi especialmente projetado e construído para atender às necessidades da MECB. Dotado das mais avançadas tecnologias para testes e integração de sistemas espaciais, o LIT/INPE é considerado um dos mais avançados complexos de laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia espacial do hemisfério sul. Neste laboratório foi integrado e testado o SCD-1.

Já a operação de lançamento foi comandada a partir do Centro de Controle de Wallops, no estado de Virgínia, costa leste dos Estados Unidos. No dia 9 de fevereiro de 1993, uma hora e 15 minutos depois da decolagem, a 83 km da costa da Flórida e a 13 km de altitude, o foguete Pegasus foi liberado da asa de um avião B52 da Nasa. Como havia sido previsto, o foguete cai em queda livre por cinco segundos antes de acionar seus motores em direção ao espaço. Poucos minutos depois, às 11h41 (hora de Brasília), o SCD-1 é colocado em órbita da Terra, a uma altitude de 750 km.

Tudo transcorreu de acordo com o previsto. Os engenheiros que acompanham o lançamento a partir do Centro de Controle de Wallops e do Centro de Rastreio e Controle do INPE, com operações em São José dos Campos (SP), Cuiabá (MT) e Alcântara (MA), conferem com satisfação e orgulho o sucesso do lançamento e do início da operação do satélite, pois, logo após a entrada em órbita, os primeiros sinais do SCD-1 são captados pela Estação Terrena situada no Maranhão.

Satélite SCD-1 em teste no LIT - primeiro satélite nacional, lançado em 1993


Comentário: Parabéns a todos os engenheiros, pesquisadores e pessoas envolvidas nesse projeto! A mídia devia fazer um especial sobre esse feito! Mas a nossa mídia gosta de deixar nossa população "burra", informação de qualidade e programas de qualidade criam massa crítica no país! Ou seja, nossos políticos e as pessoas que estão no poder não desejam isso, logo não haverá tal especial na televisão!



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Japão irá lançar robô humanóide à Estação Espacial Internacional

Rascunho de como será o robô japonês 

Um pequeno robô humanóide falante será enviado para o espaço para ficar conversando com o astronauta japonês na estação espacial internacional nos seis meses de sua estadia.

O robô em miniatura irá chegar à Estação Espacial Internacional no próximo verão, alguns meses antes do astronauta Koichi Wakata, disseram pessoas ligados ao escritório do projeto nesta quinta-feira(30 novembro 2012).

Aos 34 centímetros de altura e pesando cerca de um quilo, o pequeno andróide está programado para reconhecer o rosto Wakata e de se comunicar em japonês, disse pessoas ligadas ao projeto, e  além disso o robô irá tirar fotos durante a viagem.

O robô vai enviar as informações para a Terra a partir do laboratório japonês Kibo na estação espacial, onde vai passar seu tempo enquanto o astronauta japonês Wakata estiver ocupado no cumprimento de sua missão como comandante da ISS (Estação Espacial Internacional).

Uma esboço do robô "amigo do espaço" foi lançado na quinta-feira e mostrou uma figura  em preto-e-prata com botas vermelhas brilhantes.

Os organizadores da missão organizadores estão pedindo sugestões do público para um nome para o robô, que também terá um irmão gêmeo na Terra fazendo relações públicas.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tóquio, liderados pela agência de publicidade Dentsu e o criador do robô criador Tomotaka Takahashi estão organizando o projeto.

O site do projeto pode ser encontrado em: http://kibo-robo.jp/

Fonte: Spacedaily.com

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A china irá lançar um rover lunar ainda esse ano


A China irá  vai lançar o seu mais recente satélite lunar no segundo semestre desse ano, a Chang'e-3, abrindo o caminho para um futuro pouso tripulado na superfície lunar, um oficial sênior do setor espacial.

Ma Xingrui, gerente geral da China Aerospace Ciência e Technology Corporation, disse que a missão vai ser a primeira tentativa de um pouso na lua.

Ma disse que a Chang'e-3 irá investigar e explorar a superfície lunar, e realizar vários testes de tecnologia ambiental e espacial.

A missão vai durar 15 dias na Lua para iniciar o programa que ele chamou de exploração do espaço mais profundo.

A China lançou Chang'e-1 em 2007 e Chang'e-2 em 2010. A primeira coletou alguns dados  lunares e realizou um mapeamento inicial da superfície, enquanto a segunda criou um mapa de alta resolução completa da lua e imagens de alta definição da paisagem lunar.

Após a Chang'e-3 está previsto uma missão para trazer amostras de solo lunar em 2017, de acordo com relatórios.

Comentários: Enquanto isso estamos nos preparando para a Copa das Confederações, um investimento que gera empregos de alta tecnologia para o Brasil! Lamentável! 

Novamente um foguete Russo Zenit-3SL falhou durante o lançamento

Foguete Russo: Zenit
O foguete russo Zenit-3SL, que levava a bordo um satélite americano de telecomunicações, caiu nesta sexta-feira após ser lançado de uma plataforma flutuante do consórcio Sea Launch, no oceano Pacífico. Segundo informações da companhia, o foguete caiu no mar perto da plataforma Odyssey, de onde são feitos os lançamentos, 40 segundos após a decolagem. Segundo a agência de notícias russa Interfax, a falha aconteceu na primeira etapa do foguete, que, desde o início, não seguiu a trajetória recomendada. O aparelho espacial, de fabricação ucraniana, mas dotado de um bloco propulsor DM-SL projetado na Rússia, foi lançado por volta das 10h36 locais (4h36 em Brasília) e levava a bordo um satélite de telecomunicações Intelsat-27, de fabricação americana. O lançamento de hoje foi o primeiro do programa Sea Launch para 2013. Segundo a empresa Intelsat, de Luxemburgo, o satélite enviado deveria prover serviços a meios de comunicação, governos e outros usuários nos Estados Unidos e na Europa. O consórcio Sea Launch, formado por quatro empresas de Rússia, Noruega, Estados Unidos e Ucrânia, realizou até o dia de hoje 34 lançamentos dos foguetes Zenit-3SL com diferentes satélites comerciais a bordo desde o Oceano Pacífico. Com a redução do Orçamento e a aposentadoria dos ônibus espaciais da NASA, o programa espacial russo se tornou o único capaz de levar pessoas ao espaço. Nos últimos anos, diversos foguetes russos com satélites caíram no mar, o que coloca em dúvida a segurança do programa de Moscou.

Fonte: Folha de São Paulo